Conferência Regional da Aviação Civil nas Américas – Federação Internacional dos Trabalhadores no Transporte – ITF

Encontro ocorrido no México reuniu centrais sindicais de toda a América Latina e discutiu o setor aéreo

Aos poucos a vida pós pandemia vem retomando seu ritmo e com essa retomada as entidades trabalhistas voltam a reorganizar-se, as forças de trabalho nos grandes blocos do mundo se articulam após diversas ações independentes.

No Brasil, assim como no resto do mundo, com a pandemia houve uma forte investida do atual governo, pressionada pelo empresariado, em função de destruir a CLT, que antes da reforma de 2017 garantia uma série de direitos que visavam proteger a classe trabalhadora.

Portanto diante da latente necessidade de barrar a precarização, proporcionar qualificação de pessoas, adotar condições dignas e valorização justa para trabalhadoras e trabalhadores, os sindicatos, federações nacionais e internacionais trazem estas pautas como destaque nas discussões atuais.

Há consenso de que com o avanço da agenda liberal em diversos países, o mundo do trabalho precisou passar por um processo de reconstrução e novos acordos coletivos vêm sendo implantados, de maneira que possam combater estas decisões anti trabalhistas e resistem através de estratégias consolidadas ao desmonte.

Clauver Castilho – Secretário Geral Aeronautas, Rodrigo Maciel – Presidente Aeroviários, Luisa María Alcalde Luján – Secretária de Trabalho e Previdência México, Adriana Ribeiro – Advogada Trabalhista e Previdenciária, Francisco Lemos – Presdiente SINA e Paulo Alexandre – Presidente FENTAC

Conferência destaca novas estratégias importantes para o setor

A conferência da ITF, este ano realizada no México, abrange toda América e repercute globalmente mostrando que a força coletiva através da união advinda de ações sindicais é capaz de criar um novo modelo de trabalho que respeita liberdades e exceções.

Através da coletivização de estratégias assertivas, entidades debatem a organização trabalhista no setor aéreo através de uma ótica atualizada e que fazem frente a demandas populares e sociais.

Conforme explica Adriana Ribeiro, presente na conferência, juntamente com demais membros da Federação e dos Sindicatos dos Aeroviários, Aeroportuários e Aeronautas:
“Para o Brasil, há intensa luta contra a terceirização dos trabalhadores da aviação, a fadiga pelo excesso de trabalho e a privatização de aeroportos.

“A qualidade nas condições de trabalho reflete diretamente nos usuários, é necessária a preservação da segurança de voo para trabalhadores e toda sociedade.A

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